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POPLOAD GIG Residências – FEIST

O pocket festival POPLOAD GIG, responsável pelas recentes vindas de Of Montreal, Tame Impala e Mark Lanegan ao Brasil, acaba de se reinventar. Com uma série de shows mais intimistas e grandes artistas internacionais da cena indie, o projeto passa a ser chamado de POPLOAD GIG Residências.
A nova proposta dos organizadores é trazer bandas cultuadas em turnês mundiais, para duas apresentações ou mais em espaços menores e acolhedores. O objetivo é possibilitar maior proximidade entre o público e o artista, proporcionando uma troca de emoções mais intensa e real.

O disco retrata um momento intenso na vida de Feist, que deixou para trás os vocais harmônicos (que quase pintavam a trilha sonora de algum clássico da Disney) e produziu um material com letras diretas e pessoais, passando do rock ao groove quase jazz. Entre fúria e calmaria, “Metals” é um álbum mais pautado em corações remendados, do que em corações despedaçados. É, resumidamente, sobre estar pronto para um recomeço.
O público vai poder conferir o novo projeto da Feist, além de seus hits como “1234” e “Mushaboom”, nos dias 21 e 23 de Outubro, no Cine Joia, em São Paulo.

popload gig

Confere dois hits da cantora:

Popload Gig Residências com Feist no Cine Joia  – Dias: 22 e 23 outubro
Abertura da casa: 21h | Horário do show: 22h
Valores: antecipados: R$ 120,00 (meia entrada) / R$ 240,00 (inteira).

Novo Vans “Native Embroidery”

A Vans aumentou a sua linha CALIFORNIA, com uma nova versão do modelo Authentics Slim (ficou incrível).

O novo pack foi chamado de “Native Embroidery” (não tem nem o que falar/explicar com esse nome). Como diz o nome, o  modelo é estampado com bordados inspirados nos povos nativos da América do Sul.

Seguindo a linha Vans de design e versatilidade, foram desenvolvidas duas variações para esse modelo, um combinando vinho com azul cobalto e outra usando roxo e bege, a dupla foi construída em suede pigskin. Eu achei duas belezinhas (encomendado o meu agora *estou falindo).

Suas vendas já estão rolando pelo próprio site da VANS internacional – que, infelizmente, não entrega em nosso país.

Música – Of Montreal

Desde o final de semana boa parte da minha trilha sonora tem sido dessa banda da Georgia, EUA. A banda Of Montreal é conhecida por não reter um mesmo estilo de um disco para o outro (lo-fi, twee, indie, pop…. e por ai a fora, se servir como referência, a banda brasileira Os Mutantes é uma das grandes influências do grupo, isso me cativou muito), apesar de muitos dizerem que eles mantém um identidade musical nos discos (discordo, mas não quem sou eu pra falar alguma coisa).

Pra quem ficou curioso sobre o nome da banda (sim é a Montreal que você está pensando), foi em homenagem a um amor frustrado do vocalista – Kevin Barnes – que vinha de Montreal, Canadá.

‘Dour Percentage’ é uma das minhas músicas preferidas da banda, e quando vi essa apresentação do Kevin Barnes achei uma lindeza.

A música mais cruel de Paralytic Stalks ganhou um clipe animado, colorido e psicodélico (que eu adorei).

Quem curtiu, pode coferir mais da banda no site deles http://www.ofmontreal.net/ e quem tiver disposto de correr atrás em Junho no dia 26 os caras fazem um show aqui no brasil no Cine Joia (Os shows costumam ser memoráveis: fantasias, cores, bichinhos, balões, coreografias… uma festa.)

Serviço:

Ingressos: R$ 80,00 a R$ 160,00 (1º lote) ESGOTADO / R$ 90,00 a R$ 180,00 (2º lote)

Venda online: www.cinejoia.tv/ingressos

 

Música: Twoo Door Cinema Club

Conheci a banda faz um ano (fui obrigado a ouvir dias seguidos, mas no fim acabei curtindo bastante e por isso estou indicando aqui!), mas ela já existe desde 2007 e é composta por Sam Halliday (guitarra e vocal), Alex Trimble (vocal, guitarra, sintetizador e batidas) e Kevin Baird(baixo e vocal),  que também conta com Benjamin Thompson como baterista das turnês (só participa de shows maiores). O nome da banda surgiu após um dos membros ter pronunciado incorretamente o nome do cinema local, o Tudor Cinema (os famosos trocadilhos).

O Two Door Cinema Club é um grupo desavergonhadamente indie: no estilo de tocar, de se vestir e de se comportar (quer particularmente eu gosto bastante), no auge dos vinte e poucos anos dos seus integrantes. E é exatamente esse frescor e essa autenticidade que fazem o carisma da banda – misturando em seu caldeirão um pouco de tudo do que tem feito sucesso no indie mundial (bases eletrônicas, bateria reta e acelerada, guitarras com capotrastes e riffs dedilhados em vibrato) sem vergonha de parecer cópia ou influência (quem não copia? A Beyoncé é a prova viva das “cópias/influências”). Não é muito difícil reconhecer nos caras a influência de Phoenix, Bloc Party, Franz Ferdinand, entre muitas outras. Os caras começaram a divulgar seu trabalho em 2007 no myspace, mas o primeiro hit da banda “Something Good Can Work” fez sucesso só em 2009, e em 2010 a banda lançou o primeiro cd “Tourist History” que ganhou o Choice Music Prize de Álbum Irlandês do Ano.

Os caras fazem um indie rock eletrônico divertido e competente, parecem ter um futuro  promissor, eu gosto muito, e estou esperando o próximo show deles no Brasil. Da um conferida na música deles:

Something Good Can Work

What you know

Undercover Martyn

I Can Talk

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