‘Onde foi parar a confiança’

Uma das muitas intenções desse blog é mostrar experiências da vida alheia, afinal é menos doloroso aprender com o erro dos outros, mas para não ficar algo monótono, diversificarei no decorrer dos posts com algo voltado a comportamento e a vida alheia pop com seus altos e baixos.

Em meio a umas das minhas obsessões atuais, uma delas está sendo o seriado ‘Glee’, que nada mais é um dos muitos seriados nerds que encontramos nas programações americanas, e ontem assisti um episódio que achei bem interessante que falava sobre autoconfiança e o que fazemos para fazer parte da sociedade que a cada dia nos cobra padrões em que muitas vezes não nos encaixamos, e achei o tema legal para abordar aqui, espero que gostem.

‘Onde foi parar a confiança’

Eu estou consciente e tenho o poder de pensar como eu quero, ou talvez é isso que deveria acontecer, mas sei que muitas vezes penso e ajo com os outros esperam, seria isso correto comigo mesmo? A resposta certamente é não, mas porque nos mantemos imersos nessa realidade que mais parece um ‘matrix’?

Tenho o direito de pensar no que eu quero para o meu próprio bem. Eu tenho e posso impor ao meu mundo interior tudo aquilo que eu quiser, mas porque mantenho apenas no meu mundo interior, porque não exteriorizar tudo o que sinto, mostrar o que sou, como sou, impor minha verdade, afinal o que quero é me sintonizar com o melhor.

Esqueço, a partir de agora, a pessoa que eu fui, sobretudo meus vícios de pensamentos, fraquezas, angustias. Penso apenas na paz. Penso nela, permitindo que seu perfume toque minha aura e atinja todas as áreas da minha vida, todos os cantos do meu corpo. Penso na paz com uma mensagem de ordem e equilíbrio perfeito que trará a verdadeira realidade para minha vida impedindo que o molde imaginário de uma sociedade hipócrita deturpe meus sonhos e desejos.

‘Deixo fluir na minha cabeça a consciência do ‘eu posso’. Eu posso estar na paz. Impor essa paz é praticar o meu poder pessoal com responsabilidade divina, obtida por herança natural. O melhor para mim é um grande sorriso no peito. É a felicidade barata e fácil a que tenho direito. É tão simples pensar que o melhor está em mim! A beleza está em mim. A suavidade está em mim. A ternura, o calor, a lucidez e o esplendor das mais belas formas do universo estão em mim. Aí eu me abro inteiro, viro do avesso e sinto que não há fronteiras nem barreiras para mim. Sinto que o limite é apenas uma impressão. Sinto que cada condição foi apenas a insistência de uma posição. Sinto que sou livre para deixar trocar qualquer posição por outra melhor. Sou livre para descartar qualquer pensamento ruim, qualquer sentimento ou hábito negativo, qualquer paixão dolorosa. Porque eu sou espírito. Sou luz da vida em forma de pessoa.’

Ah, universo, eu estou aberto para o melhor para mim, sem mais rodeios, sem mais barreiras, agora dou ouvidos a mim mesmo, deixo de lado todas as criticas, abandono todos os medos e inseguranças naquela esquina escura que não passarei mais. Eu sei que muitas vezes sou levada por uma série de pensamentos ruins. Mas é porque eu não conhecia a força da perfeição, talvez ainda não conheça, mas a vontade de ser melhor do que já fui, confiar em quem sou e no que sou capaz me faz voltar a ter o brilho inocente nos olhos. Agora eu me entrego, me comprometo comigo, com o universo e contigo. Vou manter a minha mente aberta. Esse momento me desperta, me traz a inspiração ao longo do dia onde se efetiva a luz que irradia para quem insiste no próprio aperfeiçoamento.

‘Não quero pensar nas minhas fraquezas. Quero olhar bem fundo nos meus olhos e ver como eu sou bonito, como fiz e faço coisas maravilhosas e como o meu peito está cheio de vontade. Eu assumo a responsabilidade sobre essas vontades e me projeto com força nessa identidade de saber que eu posso, sim, fazer o melhor. Despertar o meu espírito é viver nele. É ter a satisfação de ser eu mesmo. É poder ser original, único, pequeno e grande ao mesmo tempo. Sei agora que o melhor está a meu favor. Meu sucesso, aliás, é o sucesso de Deus que se manifesta em mim como pessoa em transformação. Eu sinto como se tivesse sentado nessa cadeira da solidez universal porque eu estou no meu melhor. Porque sou o sucesso da eternidade, porque estou há milhares de anos seguindo e não fui destruído apesar de muitas tentativas. Porque o universo garante. Grito dentro de mim mesmo: de todas as coisas da vida, o melhor ainda sou eu. O melhor sou eu!

‘I am beautiful, no matter what they say Words can’t bring me down I am beautiful in every single way Yes, words can’t bring me down, oh no So don’t you bring me down today’

(trechos de Luiz Gasparetto)

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Sobre Gustavo Oliveira

22 anos, Publicitário, Mau-humorado, seco, sarcástico, cáustico, até brincalhão e simpático as vezes. Nem sempre.

Publicado em maio 20, 2010, em Uncategorized. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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